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“Se a escola do rico for diferente da escola do pobre, a desigualdade já começa na partida”, diz Rands

Candidato a deputado federal coloca educação no centro do combate às desigualdades e diz que país continuará reproduzindo exclusão enquanto oportunidades dependerem da origem social

Maurício Rands gesticula durante entrevista, sentado em poltrona, de paletó claro

A desigualdade brasileira não começa no mercado de trabalho nem na distribuição de renda. Para Maurício Rands, ela começa muito antes, dentro da própria escola. O candidato a deputado federal defende que reduzir a distância entre a educação oferecida às diferentes classes sociais é uma das principais condições para romper o ciclo de exclusão no país.

Rands classifica a educação como o principal instrumento de transformação social e afirma que não há igualdade real de oportunidades quando crianças partem de condições educacionais completamente distintas.

A educação é o instrumento de grande transformação para que o Brasil saia dessa desigualdade, dessa exclusão. A desigualdade começa na escola.
Se a escola do rico for diferente da escola do pobre, a desigualdade já é reproduzida na partida.

Na avaliação do candidato, políticas educacionais precisam deixar de ser tratadas apenas como ampliação de vagas e passar a enfrentar também a diferença de qualidade e de oportunidades entre estudantes de diferentes origens.

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